Uma breve análise sobre as principais aplicações, regras e vantagens deste novo módulo do SPED

O movimento de transformação digital da Receita segue em jornada contínua. Após o início da implantação efetiva de módulos como o e-Social e o EFD-REINF, a Receita Federal trouxe também a digitalização da já conhecida Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF-Web), a qual esteve disponível em ambiente de testes desde o mês de abril deste ano e entrou em vigor a partir de agosto, substituindo os meios utilizados até então, o GFIP e o Guia de Recolhimento do FGTS.

A DCTF-Web é, portanto, uma obrigação acessória cujos débitos são gerados automaticamente a partir da importação dos dados já demonstrados através da EFD-REINF e do e-Social. Ela cruza as informações obtidas, calcula o saldo a pagar e, após a entrega da declaração, emite uma via de pagamento, integrando assim todos os processos de uma só vez.

Além disso, a DCTF-Web, ao importar estas informações dos sistemas anteriores, realizará também uma apuração sobre estes dados antes de gerar qualquer documentação para pagamento – fator este que agrega muita segurança ao novo sistema, tanto para o governo quanto para o contribuinte.

Nesta sua fase preliminar, ela exigirá somente a admissão de contribuições previdenciárias destinadas a terceiros, porém, o consenso na comunidade do universo contábil é de que, devido à agilidade e simplificação de processos trazidas pelo sistema, logo mais ele irá abranger todo o escopo de tributações de outras naturezas. Vejamos então alguns dos principais pontos a respeito desta nova implementação.

  1.  Datas de aderência e adaptação

Por conta da sua recente liberação ao público, por enquanto, somente as empresas cujo faturamento anual supera o valor de R$ 78 milhões têm obrigatoriedade a aderir ao sistema desde julho deste ano. Para as demais empresas, a data foi estabelecida para janeiro de 2019. E, por último, temos os órgãos pertencentes à administração pública, os quais terão de aderir até julho de 2019.

  • Atenção os prazos de pagamento

Vale lembrar que a DCTF-Web, assim como a DCTF, sua predecessora, é de periodicidade mensal. Logo, os seus débitos devem ser cessados até o 15º dia útil do mês subsequente ao mês respondente às dívidas e contribuições. Além disso, o contribuinte deve considerar esta data também como seu prazo para entrar nos sistemas do e-Social e do EFD-REINF, os quais servirão de base para todos os cálculos realizados pela DCTF-Web.

E fora a sua regularidade mensal, a DCTF-Web também tem uma particularidade anual por conta do 13º salário, a gratificação natalina. Suas informações também serão extraídas automaticamente do e-Social e têm como prazo de entrega o dia 20 de dezembro.

  • O que deve ser declarado

Como dito anteriormente, a DCTF-Web, a princípio, atuará como integradora e processadora das informações de natureza previdenciária, logo, devidos ao INSS. Desta forma, empregadores deverão inserir na plataforma tudo que se relacione com as compensações, pagamentos, exclusões, suspensões e parcelamentos aos seus funcionários.

Lembrando também que, dentro deste grupo de funcionários, entram desde o trabalhador avulso, o doméstico, o microempreendedor individual (MEI), o contribuinte individual, o produtor rural, o segurado especial e o empregado comum. Qualquer contribuição previdenciária destinada a qualquer um destes grupos deve ser declarada e introduzida pelo novo sistema.

  • Cuidado redobrado

Por conta de sua praticidade e automatização, é importante que estejamos atentos com a inserção destas informações. A DCTF-Web veio para facilitar todo o procedimento, sim, mas por outro lado, diferentemente de antes, após a introdução de algum dado, esta informação não pode mais ser alterada. Ao menos, não mais com a mesma facilidade. A partir de agora, para realizar qualquer retificação nas informações fornecidas ao sistema, o contribuinte precisará dos seguintes documentos:

  • Certificado digital (ICP-Brasil): documento eletrônico que possui função de uma carteira de identidade virtual; pode representar tanto uma pessoa física quanto uma jurídica e precisa ser requisitado em uma autoridade certificadora;
  • Procuração eletrônica: documento digital que necessita de uma assinatura eletrônica de um certificado digital válido; não necessita de reconhecimento de firma;
  • Procuração RFB: pode ser emitida através do próprio aplicativo da Receita Federal do Brasil e sua solicitação não exige nenhum certificado digital anterior;

Isso, para contribuintes em geral. Já para os pequenos contribuintes, um código de acesso será necessário.

Multas e penalizações

Assim como qualquer obrigação acessória do Governo Federal, a falta de cumprimento ou atraso na entrega das informações referentes à DCTF-Web resulta em penalizações e/ou taxações ao contribuinte inadimplente. Vejamos aqui quais são elas.

  • Atraso na entrega da declaração: acarreta em uma multa de 2% ao mês e incide sobre o montante das contribuições declaradas;
  • Omissões e inconformidades: multa de R$ 20,00 para cada grupo de dez informações incorretas e/ou omitidas;
  • Ausência de declaração de pessoa jurídica inativa: multa de R$ 200,00 (valor mínimo;
  • Ausência de declaração de pessoa jurídica ativa: multa de R$ 500,00 (valor mínimo);

Após determinados estes valores mínimos, estas multas podem ser reduzidas nos seguintes casos:

  • Em 50% do valor, caso a declaração seja apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento jurídico;
  • Em 25% do valor, caso a declaração seja apresentada na data estipulada na própria intimação;

Agora que estamos à par de das principais condições da DCTF-Web, podemos mensurar o grau de adaptabilidade que este novo módulo do SPED irá exigir de nossas empresas e, por consequência, de nós e nosso trabalho. Embora ela traga toda uma variedade de regras e desafios, a segurança tanto da acessibilidade de nossos dados, quanto da credibilidade do que será entregue ao Governo é um fator vantajoso para ambos os lados. A plataforma irá exigir o dobro de cautela, sem dúvidas, mas irá garantir uma conformidade perante à Receita até então inédita nesta relação entre os órgãos fiscalizatórios e as corporações brasileiras, com intuito final de que empresas e Governo caminhem no mesmo passo.

Como chegar ao fim de 2018 em plena conformidade e pronto para as novas obrigações acessórias aos contribuintes

Embora todos já estejamos ouvindo a respeito das novas obrigatoriedades que estão sendo implementadas pela Receita Federal há algum tempo, uma pesquisa realizada pelo Sescon-SP (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e de Assessoramento no Estado de São Paulo) mostrou que, de todas as integrantes deste grupo, 23% delas ainda não estão preparadas para todas as mudanças que virão com o Bloco K do SPED EFD-ICMS/IPI.  

Este dado é um tanto quanto preocupante, se levarmos em consideração que a primeira fase da implementação foi em janeiro do ano passado. Tivemos a 2ª agora em 2018 e, a partir do dia 1º de 2019, teremos toda uma nova fase de adequação de inúmeros representantes da indústria às novas regulamentações.

Mas antes de entendermos mais a fundo as classificações do Bloco K, vamos nos certificar do que ele representa. O SPED EFD-ICMS/IPI, o qual está em vigor no Brasil desde 2009, tem como função o recolhimento de IPI e ICMS através de uma escrituração digital que centralizou a entrega de diversas informações referentes às esferas municipais, estaduais e a federal de fiscalização. E quanto à natureza destas informações, elas relatam dados sobre o controle de produção e o armazenamento de insumos das empresas participantes, com detalhes sobre sua manutenção, inventário e sobre seu estoque final.

O objetivo geral deste novo modelo de fiscalização é unificar e simplificar processos, substituindo assim o acúmulo de documentos físicos e desgaste de recursos manuais, os quais poderiam eventualmente comprometer a segurança e veracidade dos dados relatados.

Como foi dada a divisão

Como mencionado acima, 2017 foi o primeiro ano de aderência obrigatória ao Bloco K. Nesta fase, entraram as empresas cuja classificação no CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) era de 10 a 32, possuíam um faturamento anual superior aos R$ 300 milhões, participavam do Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof) e/ou de regimes similares e alternativos.

Já em 2018, esta diferenciação foi mais simplificada. Após o dia 1º de janeiro deste ano, a única categorização determinante era para empresas cujo faturamento superava os R$ 78 milhões ao ano. E logo mais, em 2019, será justamente o contrário: independente do faturamento, todas as empresas que recolhem IPI e ICMS terão que aderir ao programa. Portanto, este é o momento para sanar dúvidas e compreender todas as condições e suas responsabilidades como contribuinte para evitar penalizações futuras que possam comprometer a longevidade do seu negócio.

Um detalhe importante é que microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas que fazem parte do Simples Nacional estarão isentas desta obrigatoriedade graças à Resolução nº 94 do Comitê Gestor. Mas, fora deste grupo, a atenção e o cuidado valem para os demais contribuintes.

O que será registrado no Bloco K

Em suma, 22 registros diferentes entrarão na lista de entregas obrigatórias pelas empresas. Elas terão periodicidade mensal e deverão ser subscritas ao arquivo da EDF, o qual cruza suas informações com todo o SPED fiscal. Veja quais são elas:

  1. K001: dará início ao processo e deverá conter indicadores de movimentações e todos os registros de dados existentes;
  2. K100: este refere-se diretamente à apuração do IPI e do ICMS, portanto, deve informar suas datas de início e de término; além disso, caso haja mais de uma apuração destes impostos por mês, uma nova entrada do K100 deverá ser entregue para cada uma delas;
  3. K200: relacionado ao estoque escriturado, ele utiliza os dados da K100 para diferenciar os registros e separá-los; sua amplitude de entradas vai desde mercadorias para revenda, produtos em processo, matéria-prima, produtos finalizados, insumos, embalagens e outros produtos diferenciados;
  4. K210: nesta etapa são registrados os desmontes das mercadorias que se enquadram nos tipos 00 (mercadoria para revenda), 01 (matéria-Prima), 02 (embalagem), 03(produtos em processo), 04 (produto Acabado), 05 (subproduto) e 10, que se refere a outros insumos;
  5. K215: aqui são escrituradas as desmontagens com ou sem ordem de serviço das mercadorias da categoria anterior, de espécie 00 a 10;
  6. K220: referente ao movimento interno de mercadorias;
  7. K230: relata quando um produto em processo é finalizado, sempre com datas de início e de término, sua ordem de produção e quantidade de produtos prontos para liberação; importante frisar que, caso o número final seja zero mas existe um registro de movimentação interna (K220), o que ainda está sendo manufaturado não é classificado, pois não é insumo nem produto finalizado;
  8. K235: relata o que foi consumido em relação ao que foi informado no K230, a data de saída do estoque e a quantidade que foi dele consumida;
  9. K250: trata da industrialização advinda de terceiros e está vinculado ao que foi informado no registro anterior; dentre seus campos, temos a data da produção, a quantidade que foi produzida, sempre levando em conta o que foi retornado pelo terceiro, assim como a variação registrada no estoque;
  10. K255: informa a quantidade consumida de insumos através da industrialização terceirizada, sempre vinculado aos registros do K250; traz a data do consumo e sua quantidade exata para finalizar a produção;
  11. K260: neste registro será informado quais produtos serão processados e/ou reprocessados, assim como quais insumos serão ou foram reparados durante a apuração do registro K100;
  12. K265: aqui será informado o consumo de mercadoria ou seu retorno ao estoque, sempre referente aos processos de reparação e/ou reprocessamento do registro anterior, K260;
  13. K270: este registro tem como objetivo a escrituração de todas as correções apontadas nos registros K210, K220, K250 e K260;
  14. K275: aqui serão escrituradas as correções de apontamento prévio em relação ao Registro-filho, classificando-as por tipo de registro e período de apuração;
  15. K280: nesta fase serão escrituradas as correções de apontamento de estoque relativas ao registro K200;
  16. K290: este registro tem a função de informar a ordem de produção em relação à produção conjunta; e entende-se como produção conjunta quando mais de um produto advém do mesmo insumo ou de vários insumos contidos no mesmo processo;
  17. K291: aqui é informado quanto uma produção de um produto em processo (tipo 03 – campo TIPO_ITEM do registro 0200) e produto acabado (tipo 04 – campo TIPO_ITEM do registro 0200), ambos originário da produção conjunta anterior;
  18. K292: nesta etapa é informado o que foi consumido em relação à produção anterior que foi finalizada, a produção conjunta;
  19. K300: aqui deve-se informar a data em que um produto é reconhecido pela produção terceirizada, novamente em relação à produção conjunta;
  20. K301: neste registro são dadas as informações quantitativas sobre os produtos resultantes da industrialização terceirizada por encomenda, também originados da produção conjunta;
  21. K302: aqui deve ser informado quanto foi consumido do insumo de industrialização terceirizada, também relativo à produção conjunta;
  22. K990: faz um apanhado de todas as informações fornecidas, considerando todos os registros de abertura e encerramento anteriores;

Finalmente, podemos observar o quão complexa é esta categorização. Acima, trouxe apenas uma síntese simplificada de todo o processo e suas respectivas aplicações, mas logo menos veremos seus resultados na prática. As empresas precisarão se adaptar o quanto antes a todos estes parâmetros e, devido ao grau de elaboração destas regras, uma consultoria fiscal é sempre recomendável, ainda mais nesta primeira fase.

Evite deslizes e penalizações

Ressalto aqui a urgência destas demandas, uma vez que as penalizações são severas e prejudiciais demais ao contribuinte. Caso este atrase a entrega de suas informações, por exemplo, terá que arcar com uma multa de 1% sobre o valor do estoque, além de mais R$ 500,00 caso a empresa faça parte do regime do Simples Nacional.

Fora isso, também temos a multa para casos de envio de informações incorretas, que fica em 3% sobre todas as obrigações comerciais da empresa. E, por último, temos aqueles que recolhem menos do que devem ou fazem até mais grave do que isso, não recolhem valor algum: nestes casos, a multa é de 100% do valor devido, além do risco de autuações fiscais que possam configurar a prática como sonegação tributária. Logo, chegamos a um denominador comum: a aderência às novas normas começou em 2017 e terminará em 2022, portanto, que nos responsabilizemos enquanto é possível fazê-lo.

Justamente por não possuirmos um período de testes e sim, somente um de aderência imediata, o melhor a fazer é ficar atento, estudar sempre um pouco mais a respeito das condições tanto do Bloco K quanto da sua própria empresa e compartilhar ideias, insights, dúvidas e conclusões com outros profissionais. Juntos, poderemos extrair o melhor desta unificação digital e garantir o sucesso de todos nossos empreendimentos.

O Brasil conta com um dos ambientes de negócio mais desafiadores do mundo. Tanto que, é possível afirmar que somos um povo de espírito empreendedor apesar de nosso ambiente de negócios, e não por causa dele. Além da instabilidade política e econômica dos últimos anos, dois aspectos são especialmente árduos neste contexto: o peso da carga tributária suportada pelos contribuintes e a dificuldade para acompanhar todas as mudanças legislativas que normatizam a arrecadação de impostos no Brasil.

Em outras palavras: além de contarmos com uma carga tributária bastante onerosa, as empresas têm dificuldades para calcular impostos e realizar pagamentos de modo eficiente, sem precisar, portanto, enfrentar problemas com o Fisco.

Mas, apenas se queixar de nossos obstáculos não vai fazer com que os superemos. A ideia deste artigo é, pois, fazer um mapeamento introdutório da complexidade tributária do Brasil, apresentar algumas das alternativas para que as empresas possam vencer os desafios de nosso ambiente de negócios e, por fim, comentar, brevemente, algumas das perspectivas para o futuro em um ano de mudanças políticas.

Acompanhem!   

A tradução do peso e da complexidade tributária no Brasil

Para termos uma ideia do peso dos tributos nacionais, basta pensarmos, por exemplo, que eles corresponderam a mais de 33% do PIB do país (Produto Interno Bruto) em 2017, de acordo com dados divulgados pela própria Receita Federal. Só em 2018, no acumulado dos primeiros 10 meses do ano, já foram arrecadados R$ 1,196 trilhão em impostos, o que indica um crescimento na arrecadação de quase 6% em relação a 2017 e já se configura como a maior apuração de tributos desde 2014.

Outro número que impressiona foi levantado pelo Instituto Mais e aponta que o brasileiro precisa trabalhar cerca de 153 no ano apenas para dar conta do pagamento de impostos.

Mas o “peso no bolso” não é o único desafio enfrentado pelos contribuintes brasileiros. Basta pensarmos que, dentre outros pontos, as empresas gastam, aproximadamente, 1958 horas apenas para calcular e quitar o montante de tributos do país (segundo informações do Banco Mundial). Como se não bastante, segundo o IBPT, 30 novas regras ou atualizações tributárias são oficializadas, diariamente, no Brasil.

Toda essa burocracia do ambiente fiscal brasileiro, sem dúvidas, traz impactos para a competitividade de nossas empresas. Mas há solução?       

As alternativas para vencer o cenário adverso

Sim. Embora mudanças no ambiente de negócios nacional, incluindo uma tão esperada reforma tributária, sejam mais do que bem-vindas, hoje, as empresas já podem contar com algumas estratégias que, se bem estruturadas, são capazes de gerar diferenciais competitivos e rotas para a superação dos desafios fiscais apresentados pelo Brasil. Cito aqui três delas:

Transformação digital

Primeiramente, é preciso investir na tecnologia como parceira para o acompanhamento de atualizações tributárias, realização de cálculos tributários e entregas nos âmbitos do SPED Fiscal, SPED Contábil, e-Social, Nota Fiscal Eletrônica, e todos os outros eixos do sistema tributário nacional.

Afinal de contas, se o Fisco se modernizou e hoje conta com sofisticadas ferramentas para arrecadação de impostos no país, o ambiente empresarial não pode ficar para trás, e precisa também dar um passo em prol da transformação digital, de modo a não correr riscos com autuações ou falhas no cálculo e pagamento de tributos.

Suporte Especializado

Aliar a tecnologia ao suporte de profissionais com expertise para lidar com os desafios do universo tributário brasileiro é outro ponto fundamental na hora de superar os obstáculos que atrasam o crescimento do seu negócio.

Planejamento Tributário

Finalmente, o planejamento tributário é uma estratégia que, avaliando todas as possibilidades de enquadramento tributário para sua empresa, pode conter o desperdício de recursos com pagamentos indevidos ou a mais de taxas, impostos e tributos.

As expectativas para o futuro

O conjunto das ações aqui expostas pode auxiliar qualquer organização a vencer as questões burocráticas e o peso dos tributos que, atualmente, fazem parte da realidade brasileira. Para o futuro, o que esperamos é que os novos líderes eleitos por todo o país sejam capazes de implementar as reformas necessárias para o avanço da economia nacional.

Com isso, tenho certeza que novos negócios, oportunidades e empregos surgirão, e o Brasil poderá se tornar, enfim, um país digno de todo o seu potencial! 

Muitas histórias podem trazer ensinamentos indispensáveis para as nossas carreiras, cabe a nós utilizá-los de maneira positiva.

No âmbito corporativo, muitos administradores se questionam sobre como desenvolver um modelo de liderança que, mesmo focado em resultados, possa ser motivador e inspire suas equipes. O fato é que desassociar equipes motivadas e, por consequência, inspiradas e felizes, de produtividade. Na verdade, um estudo da Universidade da Califórnia aponta, por exemplo, que funcionários felizes são até 31% mais produtivos, três vezes mais criativos e com performances de vendas até 37% mais eficientes.

Para tanto, precisamos de grandes lideranças, capazes de inspirar seus colaboradores e demonstrar que, o caminho para a realização pessoal, passa também por um ambiente de trabalho instigante, desafiador e que, ao mesmo tempo, faz com que cada funcionário desenvolva o seu máximo potencial. 

 Mas como inspirar novas lideranças que desejam abraçar o desafio de conduzir equipes e empresas rumo ao crescimento? Uma boa dica é pensar fora da caixa e buscar inspiração em atividades como a leitura, a ida ao cinema, um concerto musical ou peça de teatro, por exemplo.

Neste artigo, quero me concentrar na sétima arte! Pensando nisso, separei sete filmes que dão dicas valiosas capazes de inspirar novos líderes. Acompanhem:

  • A Rede Social – lançamento em 2010

O filme, que conta a história de como dois universitários deram início a rede social mais conhecida do mundo, o Facebook, apresenta uma ampla lista de lições a serem consideradas, como a importância de nutrir um bom networking, de ter foco nos objetivos do negócio, bem como, apresenta os riscos da criação de atritos pessoais para a estabilidade de uma empresa. Como ponto central, destaco os ensinamentos que podemos extrair sobre visão estratégica e senso de oportunidades, características indispensáveis para bons líderes que desejam ter sucesso em um mercado tão competitivo quanto o atual.

  • Sociedade dos Poetas Mortos – lançamento em 1989

O belo filme que tem Robin Willians no papel principal mostra que, muitas vezes, grandes lideranças inspiradoras podem surgir em diferentes ambientes: no trabalho, nas nossas relações familiares, na escola. Sociedade dos Poetas Mortos nos trás como principal lição, a meu ver, o valor da criatividade, de pensar fora da caixa e, acima de tudo, de acreditar nos seus valores e ideais, mesmo tendo de superar adversidades.

  • O homem que mudou o jogo – lançamento em 2012

O filme retrata um time que baseball que, com pouco orçamento, vinha perdendo muitas competições e atletas. Em meio à crise, o técnico do time, Billy Beane, conhece Peter Brand, que o ajuda a abrir mão de velhos métodos de gestão, passa a identificar valor em atletas até então pouco buscados no ambiente do baseball, transformando assim, de modo profundo, toda a cultura de um time.

Deste resumo, já conseguimos notar uma série de pontos fortes do filme: a importância de aceitar colaborações positivas, de saber enxergar potencial nos colaboradores e de ter capacidade para enfrentar os desafios de mudança cultural.

  • O diabo veste Prada – lançamento em 2006

No filme, a nova assistente de uma executiva que dirige a principal revista de moda de Nova York, enfrenta uma série de empecilhos na relação com a chefe. No entanto, duas características a tornam a preferida da diretora: ter determinação e se recusar a falhar em suas missões.

As características, aliás, da assistente, são ainda mais importantes do que as da chefe interpretada por Meryl Streep: mesmo quando não estamos no ambiente de trabalho ideal, com determinação e capacidade de extrair lições mesmo de relações conflituosas, nos tornamos aptos a crescer e a também liderar.

  • Walt antes do Mickey – lançamento em 2015

Baseado em livro homônimo, o filme apresenta os primeiros anos da carreira do criador do personagem mais famoso da Disney. Durante sua jornada, pontos altos e baixos foram vividos até que Walt Disney criasse o maior império do entretenimento global.

Sobre as lições do filme, pontos importantes são levantados, como saber superar diferentes crises com controle e liderança, gerir pessoas, ser perseverante e manter o foco em busca da realização de um sonho.

  • O jogo da Imitação – lançamento em 2015

Baseado em fatos reais, o filme se passa durante a Segunda Guerra Mundial e conta a história de Alan Turing, um matemático brilhante que entrou para a história com suas contribuições para o desenvolvimento dos computadores. Na história, o governo britânico contrata a equipe de Turing para descodificar um código utilizado pelos alemães para transmitir suas mensagens de guerra.

Como lição sobre liderança, vale enfatizar a importância do trabalho em equipe, assim como o incentivo do líder a seus colaboradores – mesmo que em situações adversas.

  • Jobs – lançamento em 2013

Por fim, a biografia de uma das mentes mais brilhantes dos tempos recentes, Steve Jobs. O filme apresenta a trajetória do principal líder da Apple durante os lançamentos da marca dentre os anos de 1984 e 1998.

Além da paixão e genialidade de Jobs, o filme traz a importância de bons líderes acreditarem em seu potencial, correrem atrás de seus sonhos e, acima de tudo, saberem motivar por meio da inspiração.

Diante dessas lições, é possível notar que há diferentes caminhos para se tornar um grande líder. E você está preparado para trilhar sua própria jornada de liderança?

Professor e tributarista Miguel Silva deu uma palestra na sede da Totvs em São Paulo sobre o RIR 2018

Na quinta-feira, 13 de junho, a EZ4 promoveu a palestra “O novo Regulamento do Imposto de Renda (RIR/18) e os impactos na ECD e na ECF” com o professor e tributarista Miguel Silva, uma das referências na área para falar sobre a situação fiscal brasileira. O evento aconteceu no auditório da Totvs, na região norte da capital paulistana, e contou com a presença de mais de 100 pessoas.

Wesley Silva, Chief Revenue Officer da EZ4, falou que a empresa gosta de estar presente na vida de clientes e parceiros compartilhando informações vitais para seus negócios. Em setembro, a EZ4 também convidou o professor Miguel Silva para falar sobre a reforma tributária que está na agenda do governo de Jair Bolsonaro e em tramitação no Congresso Nacional, e os impactos desta futura mudança em ERPs, como o Totvs.

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Os principais tipos de líderes e a importância da empatia no ambiente de trabalho

Todos os tipos de grupos sociais, incluindo as equipes de trabalho, possuem uma figura equivalente a um líder. Em alguns deles, é possível ver traços fortes de liderança e identificá-los mais facilmente, já em outros, a voz daqueles que conduzem um grupo social são mais sutis.

Seja em nossas famílias, nos trabalhos acadêmicos que conduzimos na universidade ou mesmo em nossos grupos de amigos, há sempre uma ou mais figuras que se destacam e acabam exercendo, direta ou indiretamente, um papel de liderança. Naturalmente, no ambiente corporativo, os líderes exercem papel fundamental na condução dos objetivos de um negócio. É ele quem, geralmente, delega as principais funções de seus liderados e organiza este grupo social.

Mas, como você deve supor, não existe apenas um único modelo de liderança. Neste artigo, abordo alguns destes perfis, destacando um em especial que, na minha visão, é fundamental para a saúde organizacional de qualquer companhia. Me refiro a aqueles que exercem a chamada liderança empática. Você já ouviu falar?

Tipos de liderança

Para iniciar este debate, elenco alguns dos principais perfis de liderança que vemos no mercado atualmente. Claro, cada pessoa possui suas características individuais, mas suas formas de gerir podem se encaixar em:

  • Líderes Autocráticos: são aquelas pessoas que concentram todo o poder da liderança em si, não consultando com frequência sua equipe ou dialogando poucas vezes com os colaboradores. Também são aqueles que abrem pouco espaço para opiniões e sugestões, exercendo um modelo de liderança que impõe controle sobre todas ou a maior parte das decisões de uma equipe. Como consequência, é comum vermos em empresas com líderes que carregam este perfil, equipes desmotivadas e com baixo índice de contribuição para a evolução dos negócios;
  • Líderes Democráticos: neste tipo de liderança, opiniões e feedbacks são sempre bem-vindos. A equipe tem oportunidades de falar, os colaboradores agem em conjunto com o líder, e os ambientes de trabalho, por consequência, costumam ser mais leves e plurais;
  • Líderes Liberais: os líderes liberais abrem espaço amplo para as decisões do grupo, agindo como uma espécie de facilitador de um processo de trabalho. Os líderes liberais são, por essência, mediadores de decisões prévias tomadas por todos do time, e entendem que a equipe está apta o suficiente para conduzir, com autonomia, os principais pontos de sua rotina.

O perfil das lideranças no Brasil

Para darmos continuidade com nossa análise, é interessante entender um pouco mais sobre os anseios e perfis das lideranças empresariais do Brasil.

De acordo com a 14ª Pesquisa de Líderes Empresariais Brasileiros realizada pela PwC, por exemplo, 65% dos executivos disseram que visam novas alianças, 59% procuram colaboradores que dominem o ambiente digital e 35% pretendem aumentar o número de funcionários dentro de um ano. A pesquisa também faz uma análise global, onde 54% dos líderes dizem que pretendem ampliar as forças de trabalho.

De acordo com a pesquisa, podemos perceber um desejo das lideranças em aumentar a capacidade de trabalho e a conquista de talentos para suas empresas. Para tanto, a condução dos times – que se comunica diretamente com o próprio perfil das lideranças – é fundamental para que a haja sucesso na manutenção de colaboradores dentro das companhias e, consequentemente, redução no nível de rotatividade de funcionários.

Além dos líderes citados anteriormente, temos algumas outras classificações mais recentes, como os próprios líderes empáticos, que vêm ganhando um espaço maior hoje em dia.

Mas o que é empatia?

Três sílabas e uma reflexão contínua. É dessa forma que a palavra “empatia” surge em nosso cotidiano. O termo designa um entendimento mais detalhado das emoções e sentimentos do outro, ou ao menos, uma tentativa de entender como que tal pessoa se sente.

Pode parecer uma atitude simples, mas a empatia move o mundo. Fatores psicológicos estão atrelados diretamente ao significado da palavra, uma vez que, para entender a mente do outro, deve-se conseguir atingir uma percepção mais humanizada de cada um.

Tentar se desprender de uma “bolha” emocional criada por si próprio e compreender outros pontos de vista possibilita uma visão de mundo mais ampla, gerando até mesmo uma identificação maior com os colaboradores de uma empresa.

A importância da empatia dentro do ambiente de trabalho

Ao entendermos o conceito de “empatia”, fica mais fácil aplicá-lo dentro do cotidiano das empresas.

Como vimos, líderes autocráticos são aqueles que, com o tempo, acabam criando um temor em sua equipe e fazem com que as pessoas os vejam como gestores inflexíveis. Em outras palavras: opressão não é a melhor resposta para gerir uma empresa.

Já, ao praticar a empatia, ao nos colocarmos no lugar do time, temos muito mais chances de manter nossas equipes motivadas. A empatia surge como um instrumento de melhoria constante dentro do dia a dia da empresa, possibilitando uma integração maior entre colaboradores, lideranças e cada membro formador de uma organização.

Já na década de 90, Daniel Goleman, jornalista científico com estudos no campo da psicologia, abordava a importância da inteligência emocional dentro do mundo corporativo. E a inteligência emocional, certamente, também envolve a compreensão das pessoas a nossa volta.

Além disso, Goleman também definiu a “tríade da empatia”, uma análise acerca do foco dos líderes que define três modelos de empatia: empatia cognitiva, empatia emocional e preocupação empática. Abaixo, faço um resumo da ideia central de cada uma delas:

  • “Empatia cognitiva”: Goleman definiu como uma forma de compreensão da perspectiva do outro indivíduo. Os líderes que praticam a empatia cognitiva conseguem entender o que seus colaboradores ou colegas de trabalho sentem, sem imergir diretamente nestes sentimentos;
  • “Empatia emocional”: compreensão do sentimento da outra pessoa. Aqui, o jornalista direcionou o termo a um sentimento mútuo, que é identificado tanto pelo líder quanto por sua equipe. Goleman pontua que este tipo de empatia é necessário para gerenciar clientes e interpretar dinâmica de grupos;
  • “Preocupação empática”: compreensão do que uma pessoa necessita da outra parte. Relacionada à empatia emocional, a preocupação empática é concebida quando um líder consegue sentir e identificar o que e quando a outra pessoa precisa dele. Neste caso, líderes da área da saúde seriam um perfeito exemplo, como médicos ou enfermeiros que precisam tomar decisões rápidas relacionadas a vida de um paciente.

Liderança e uma empresa de sucesso

Um bom líder tem para consigo um planejamento e estratégias de gestão que visam alavancar ainda mais os negócios da empresa. Quando este líder possui em si uma visão empática, o ato de se colocar no lugar do outro permite que os resultados desejados sejam alcançados mais rapidamente e com um envolvimento maior de sua equipe. Aliás, este é um dos pontos principais para obter-se uma corporação bem-sucedida.

Logo, não deixe de se reunir com o seu time, de conversar com os colaboradores, de ter um relacionamento saudável com a equipe que coordena. A tríade da empatia de Goleman mostra que, ao se colocar no lugar dos colaboradores de sua empresa, um ambiente de trabalho melhor pode ser conquistado.

Para tanto, é preciso estabelecer um planejamento, trabalhar o diálogo e praticar a empatia diariamente. Procure entender como cada membro de sua equipe se sente em relação aos objetivos do negócio e o que é preciso fazer para motivá-los a continuar desenvolvendo um bom trabalho. Por fim, entenda que, para extrair o melhor de cada um, precisamos saber enxergá-los de modo humanizado, e não como uma peça de uma engrenagem sem emoções. Saiba olhar para fora!

Entenda mais a fundo a nova implementação do Governo Federal para os processos de importação do país

Neste mês de outubro, a Declaração Única de Importação, a DUIMP, que já vem sido discutida há cerca de um ano no cenário das relações brasileiras de comércio exterior, terá a implementação de sua primeira fase. Isso quer dizer que o período de adaptação se encerrou e, caso algum ponto ainda não lhe pareça esclarecido, este é o momento de revê-lo para que as futuras operações de importação da sua empresa não sejam comprometidas.

Embora o novo modelo proposto pela DUIMP exija a sua adequação, é recomendável partir do princípio que ela veio para ajudar o profissional do comércio exterior, e não o contrário. Nos últimos dois anos, o país tem adotado uma postura econômica muito ligada ao desenvolvimento e à expansão nos mercados internacionais – em 2017, por exemplo, as importações cresceram em 14,3% enquanto as exportações chegaram ao volume de 18,6%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). O Brasil busca se tornar um player global neste contexto internacional e, além de possuir todo o potencial para isso, agora ele procura fomentar os investimentos necessários. E a DUIMP, cuja previsão é de beneficiar até 40 mil importadores em todo território nacional, é um dos principais passos para se chegar lá.

Como ela irá funcionar

Com o objetivo de simplificar processos e unificar diferentes plataformas do Governo, a DUIMP irá substituir as atuais Declaração de Importação (DI), Declaração Simplificada de Importação (DSI), Licença de Importação (LI) e Licença Simplificada de Importação (LSI). Todas as informações declaradas nestes documentos, ou seja, de natureza tributária, aduaneira e administrativa, serão a partir de agora inseridas em um só arquivo, o qual será retido pelo Portal Único de Comércio Exterior, o Siscomex.

Esta unificação documental busca, além de facilitar os procedimentos existentes, também trazer uma economia para os processos internos de logística das empresas, dado que a expectativa geral é de uma redução de, em média, 40% nos prazos de liberação de mercadorias. Até então, a estimativa era de 17 dias para a liberação, e agora, ficou por volta de somente 10. E mais do que isso, o licenciamento que é exigido sobre toda mercadoria importada não mais estará somente disponível com a chegada da carga ao local de destino; isso quer dizer que, com a possibilidade de registro desta carga antes de seu recebimento, diversos gastos com controle administrativo não serão mais necessários, liberando assim mais recursos para as empresas.

Medidas desta sorte têm como objetivo impulsionar um mercado mais enérgico e assertivo em suas negociações, fomentando assim, a competitividade entre os nomes da indústria, o que é benéfico – e necessário – para todo o contexto econômico do país. E tudo indica que a nova modalidade trará resultados promissores, como tem ocorrido com a Declaração Única de Exportação, a DU-E, implantada oficialmente desde julho deste ano.

A DUIMP fará uma importante diferenciação entre carga e mercadoria visando permitir que o profissional realize o desembaraço legislativo da carga (contêineres) para que assim, dê continuidade aos processos relativos às mercadorias, ou seja, o produto importado propriamente dito. Esta norma persiste ainda em casos em que a mercadoria esteja em situação de risco ou sob análise de autoridades e a ordem do processo aduaneiro não poderá ser revogada. Ela também tem aplicações relativas à DTA, a Declaração de Trânsito Aduaneiro: em casos de mercadorias que estejam entre zonas primárias e secundárias, a DUIMP substituirá a DTA, permitindo a nacionalização destas mercadorias através do mesmo documento.

Ademais, a DUIMP também permitirá que um único registro seja realizado para diversos embarques futuros, contato que estes estejam devidamente regularizados e sejam mercadorias com as mesmas características.

Quem será afetado

Embora a sua implementação seja a partir de outubro, o Governo realizará uma fase piloto, em que somente um determinado grupo terá que aderir a DUIMP no primeiro momento. Este grupo abrange todas as empresas certificadas como OEA (Operadores Econômicos Autorizados) sob a Conformidade Nível 2, o modal marítimo cujo recolhimento tributário é integral e que não usufruí de nenhum benefício fiscal. A segunda etapa de aderência da DUIMP está prevista para 18 de dezembro de 2018 e pretende contemplar o mesmo grupo, porém, desta vez com anuência do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e outros regimes de tributação.

Para as demais empresas importadoras, a estimativa é que a aderência completa aconteça em 2019, mas o Governo ainda não definiu uma data específica.

O que é e o que compõe o Catálogo de Produtos?

Por fim, as empresas também possuirão uma responsabilidade para com o Governo para que possam usufruir de todas as facilitações trazidas pela DUIMP. Assim, ao acessar o Portal Único, elas terão que preencher um módulo sobre diversas informações dos produtos e/ou insumos que serão importados, tais como:

  • Licença de Importação: é um documento emitido pelo portal Siscomex com informações pertinentes à sua mercadoria, como peso líquido, NCM (nomenclatura comum do Mercosul), valor, Incoterm (International Commercial Terms), fabricante e exportador, por exemplo;
  • Histórico do importador: dentro do módulo do Catálogo de Produtos, o profissional encontrará um histórico de operações comerciais em que todas as atividades recorrentes do importador com o qual se está lidando serão retidas, permitindo assim, um gerenciamento e controle de riscos;
  • Classificação Fiscal da Mercadoria: criada pelo NCM, esta classificação concede um código de oito dígitos a cada produto cadastrado, o qual determina a sua alíquota de impostos de importação ou exportação, sua posição na balança comercial e suas estatísticas de mercado.

Finalmente, após esta breve análise da DUIMP, o que ela propõe e como ela certamente irá beneficiar a atuação brasileira no comércio exterior, só reitero a importância de nos mantermos atentos à todas estas mudanças, afinal, elas irão desobstruir diversos pontos que até então, eram uma pedra no sapato do profissional do comércio internacional. Mas, devido à variedade de novas normas e aplicações, contar com um olhar especializado também é altamente aconselhável para que não nos percamos em meio à tantas mudanças em um mercado já árduo, rico e complexo por si só.

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